quarta-feira, 8 de maio de 2013

Luiza Flor - Roteiro de Aula


Roteiro de Aula

Nome: Luíza Flor Bueno
Disciplina: Gestão da Qualidade e Segurança Alimentar
Aula nº: 01
Assunto: Higiene e Segurança Alimentar

Objetivos:

·         Dar a conhecer, analisar e avaliar os princípios que regem as ações para Higiene e Segurança dos Alimentos;
·         Sensibilizar para a importância da Higiene e Segurança Alimentar;
·         Compreender as condições e circunstâncias que condicionam a Segurança dos Alimentos;
·         Esclarecer o papel dos manipuladores e fornecedores de alimentos em uma visão geral para garantir a sanidade dos alimentos.


Material:

- Para introdução do conteúdo programático será usado slides expositivos e dois vídeos: Manipulação de Alimentos e 10 dicas saudáveis para um manipulador de alimentos.
- Entrega de artigos técnico-científicos relacionados com a Segurança dos Alimentos

Atividades:

1 – (Duração 100 minutos): Introdução a Higiene e Segurança Alimentar. Conceitos de Higiene e Segurança Alimentar. Segurança Alimentar dos Alimentos e Bebidas. Enquadramento Legal (perspectiva histórica). Contaminações de Alimentos, fatores intrínsecos e extrínsecos. Papel do manipulador de alimentos.

2 – (Duração 10 minutos): Apresentação dos vídeos: Manipulação de Alimentos e 10 dicas saudáveis para um manipulador de alimentos.

3 – (Duração 40 minutos): Leitura de artigos técnico-científicos sobre Segurança dos Alimentos

4 – (Duração 50 minutos): Discussão sobre os artigos técnico-científicos lidos




Justificativas

Nas últimas décadas é notável a evolução do setor alimentício, as empresas, o mercado e principalmente os consumidores estão cada vez mais exigentes evidenciando a importância da higiene e segurança dos alimentos.
Para proteger a saúde da população contra doenças provocadas pelo consumo de alimentos contaminados é necessário o constante aperfeiçoamento das ações de controle sanitário na área de alimentos, para garantir a sanidade dos alimentos os profissionais da área devem conhecer, aprender, analisar e avaliar os riscos durante a produção de alimentos, as condições higiênico-sanitárias de indústrias de alimentos e os fatores que levam a falta de sanidade de um alimento.
Para produzir um alimento sanitariamente seguro é indispensável conhecer e aplicar os conceitos de Higiene e Segurança dos alimentos em todas as etapas de produção.

Luiza Flor - Roteiro de Aula


Roteiro de aula

Nome: Luíza Flor Bueno
Disciplina: Gestão da Qualidade e Segurança Alimentar
Aula nº: 02
Assunto: Higienização

Objetivos:

·         Orientar os princípios que regem as ações para Higienização no preparo dos alimentos
·         Conhecer as formas de Higienização de todos os processos para fabricação de alimentos;
·         Sensibilizar para a importância da Higienização nas etapas de produção de alimentos;
·         Praticar a Higienização correta na área de alimentos de uma área de manipulação de alimentos.


Material:

- Para introdução do conteúdo programático será usado slides expositivos e apresentação de dois vídeos: Como higienizar Frutas e legumes e Higienização das mãos.
- Para a aula prática será usado o laboratório de Agroindústria da instituição.



Atividades:

1 – (Duração 60 minutos): Princípios que regem a Higiene dos Alimentos.
Higienização de Ambientes: Equipamentos, móveis e utensílios. Higiene pessoal. Higiene Pessoal. Higienização das mãos. Detergentes e Sanitizantes usados para os processos de Higienização.

2 – (Duração 20 minutos): Apresentação de vídeo de Higienização das mãos e Como higienizar frutas e legumes.

3 – (Duração 120 minutos): Aula prática: Higienização das mãos, Higienização de frutas e hortaliças, Higienização de móveis, utensílios e equipamentos.



Justificativas

A higienização de manipuladores de alimentos, equipamentos, móveis e utensílios é fundamental em uma área de manipulação de alimentos pois é um meio propício para a multiplicação e veiculação de microorganismos deteriorantes e prejudiciais a saúde que podem contaminar os alimentos e causar doenças ao consumidor final.
Os microorganismos estão presentes em todos os ambientes, no corpo humano e até mesmo no ar, com isso, dentro de uma indústria de alimentos temos que conhecer as formas de prevenção de contaminações das áreas que entram em contato com os alimentos que se baseia nos processos e etapas de Higienização, para com isso evitar a contaminação cruzada e produzir um alimento seguro.

Luiza Flor - Plano de Curso

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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ALTO PARANAÍBA
CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ALIMENTOS
CÂMPUS ITUIUTABA


PLANO DE CURSO


DISCIPLINA: Gestão da Qualidade e Segurança Alimentar

CÓDIGO: GQSA

PERÍODO: 3º          

TURMA: Diurno

CH TEÓRICA:
40

 

CH PRÁTICA:

20

CH TOTAL:
60

OBRIGATÓRIA:
50

OPTATIVA:
10

PROFESSOR(A): Luíza Flor Bueno

ANO/SEMESTRE:
2013/1 º SEMESTRE

EMENTA


Nas últimas décadas é notável a evolução do setor alimentício, as empresas, o mercado e principalmente os consumidores estão cada vez mais exigentes evidenciando a importância da higiene e segurança dos alimentos. O curso busca a compreensão da importância dos sistemas de controle de qualidade aplicados nas indústrias e empresas do ramo de alimentos, normas de Boas Práticas de Fabricação, Procedimentos Operacionais Padronizados dentro das áreas de fabricação de alimentos, higienização de ambientes e pessoas, ou seja, normas adotadas de controle de higiene dos alimentos durante todas as etapas de fabricação até o consumo final do produto, em busca de garantir a Segurança dos alimentos.

OBJETIVOS


ü  Desenvolver o profissional a ter uma visão específica sobre higiene e segurança dos alimentos assim como qualificar o profissional a implantar sistemas de controle de qualidade higiênico sanitários nas empresas do de alimentos, evitando efeitos de contaminação biológica, química e física;
ü  Conhecer, analisar, avaliar e discutir aspectos de segurança alimentar e legislação vigente;
ü  Aplicar instrumentos legais voltados aos profissionais da área de alimentos e bebidas para  manipulação adequada, prevenindo doenças, reduzindo perdas, valorizando a imagem da empresa e respeitando as normas impostas pela Vigilância Sanitária para produzir uma alimento seguro.

PROGRAMA


·         Introdução a Higiene e Segurança Alimentar;
·         Estudo dos fatores intrínsecos e extrínsecos que influenciam a qualidade e segurança dos produtos alimentícios;
·         Contaminações de alimentos, fatores de naturezas química, física ou biológica que afetam a segurança de matérias primas ou alimentos industrializados;
·         Princípios de conservação de alimentos;
·         Conceitos em toxicologia e avaliação de riscos e microbiologia preditiva;
·         Estudo da classificação e descrição das doenças de transmitidas pelos alimentos;
·         Conceitos de Higiene Pessoal de manipulador de alimentos;
·         Higienização de ambientes em áreas de manipulação de alimentos Diretrizes para a implantação do sistema de qualidade em empresas;
·         Normas e Legislações da ANVISA e padrões para Vigilância Sanitária. Boas Práticas de Fabricação (BPF); Procedimentos Padrões de Higiene Operacional (PPHO);
·         O sistema APPCC/HACCP; filosofia, conceitos básicos, procedimentos para implantação.

METODOLOGIA


O conteúdo da disciplina será ministrado em aulas expositivas, com uso de quadro branco e ou projetor de slides, apresentação de mídias de vídeos.
Serão feitas leituras de artigos técnico-científicos relacionados a Higiene e Segurança dos Alimentos, contaminação de alimentos e serão feitas discussões sobre o assunto.
Será realizada uma aula prática de higienização na área de manipulação de alimentos.  
Será proposta uma discussão sobre as ferramentas e procedimentos aplicados nas etapas de implantação e operacionalização de unidades industriais, visando assegurar a qualidade, expandir a vida útil e principalmente minimizar problemas de segurança que possam colocar em risco a Saúde do consumidor.
Será realizado um estudo em uma empresa de alimentos: os grupos ficarão responsáveis na elaboração de um de Manual de Boas Práticas de Fabricação e um Manual de Procedimentos Operacionais Padronizados desta empresa.

AVALIAÇÃO


Serão distribuídos 100 pontos divididos em atividades presenciais e não presenciais conforme relacionado abaixo:
- Dois debates e discussões sobre artigos técnico-científicos em sala de aula – 7,5 pontos cada
- Discussão em sala de aula – 5 pontos
- Aula prática – 10 pontos.
- Elaboração de Manual de BPF e POP - 40 pontos
- Avaliação dissertativa - 30 pontos

BIBLIOGRAFIA


AMOS, A.J.et al. Manual de indústrias de los alimentos, 19ªed.,  Zaragoza: Acríbia, 1968. 1072p.

ARRUDA, G. A. Manual de Boas Práticas. 2 volumes. São Paulo. Ponto Crítico, 1997;

BARBOSA, J.J. Introdução à Tecnologia de Alimentos. Rio de Janeiro: Kosmos, 1976. 118p.

BARUFFALDI, R. ; OLIVEIRA, M.N. Fundamentos de Tecnologia de alimentos. São Paulo: Atheneu, 1998. 317p

BRASIL, Decreto-Lei no. 986, de 21 de outubro de 1969. Institui Normas Básicas sobre Alimentos;

_______, Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância Sanitária. Portaria no. 326, de 30 de julho de 1997. Regulamento Técnico sobre as Condições Higiênico- Sanitárias e de Boas Práticas de Fabricação para Estabelecimentos Produtores/Industrializadores de Alimentos. Em Diário Oficial da União, Brasília, de 1 de Agosto de 1997;

_______, Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância Sanitária. Portaria no. 1.428, de 26 de novembro de 1993. Regulamento Técnico sobre Inspeção Sanitária, Boas Práticas de Produção/Prestação de Serviços e Padrão de Identidade e Qualidade na Área de Alimentos. Em Diário Oficial da União, no. 229, Brasília, 2 de Dezembro de 1993;

_______, Ministério do Trabalho e Emprego. Secretaria de Segurança no Trabalho. Norma Regulamentadora no. 7. Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional

CONTRERAS, C.A. ; BROMBERGR. ; CIPOLLI, K.M.V.A.B ; MIYAGUSKU. Higiene e Sanitização nas indústrias de alimentos. São Paulo, Livraria Varela, 2002, 181p.

EVANGELISTA, J. Tecnologia de Alimentos, Rio de janeiro: Livraria Ateneu, 1992. 625p.

FORSYTHE, S.J. ; HAYES, P. R. Higiene de los alimentos, microbiologia y HACCP. Ed. Acribia, S. A. , 2 ª ed, 2002.
PALADINI, E.P. Gestão da Qualidade. São Paulo: Atlas, 2004. 

SILVAJR, E. Manual de controle higiênico-sanitário em serviços de alimentação. Livraria Varela, 6 ª edição, 2005.

Anna Maria Marquez - Roteiro de Aula


Modelo – Roteiro de Aula
Nome: Anna Maria de Araújo Vilela Marquez

Disciplina:Controle de Qualidade
Aula nº: 01
Assunto: Defições de Qualidade

Objetivos: Orientar os alunos sobre o que é qualidade, de onde vem e pra que serve, onde ele poderá implementar no mercado de trabalho essa atividade.

Material: Textos expositivos.
Atividades

1 – (Duração 30 minutos): explicações básicas de definições de qualidade, com slides e ilustrações.

2 – (Duração 30 minutos): Sepração de alunos em grupos e Leitura de artigos levados para sala de aula sobre o tema.

3 – (Duração 50 minutos): Preparação das apresentações para explicarem o que cada artigo propunha e descrever o que tiraram de conhecimento do artigo.

4 – (Duração 90 minutos): Apresentações e discussões gerais na sala de aula.




Justificativas

Após a apresentações dos slides com explicações básicas sobre as definições de qualidade, os alunos complementaram a explicação com a leitura dos artigos e as apresentações finais, os artigos de fácil leitura para ajudar na fixação do conhecimento.





Modelo – Roteiro de Aula
Nome: Anna Maria de Araújo Vilela Marquez

Disciplina:Controle de Qualidade
Aula nº: 04
Assunto: Defições de Qualidade

Objetivos: Orientar os alunos sobre o que é qualidade, de onde vem e pra que serve, onde ele poderá implementar no mercado de trabalho essa atividade.

Material: Visita Técnica
Atividades

1 – (Duração 200 minutos): visita técnica a uma fábrica de laticínio para verificação das ferramentas utilizadas no controle de qualidade.

2 – Atividade pós visita: preparação de um relatório descrevendo todos os pontos negativos e positivos verificados na industria, para posterior discussão em sala de aula.




Justificativas

Os alunos foram levadas a uma visita técnica para fixar o que aprenderam com o prática, o que é muito importante para não perderem o interesse na matéria.

Anna Maria Marquez - Dissertação


O que seria uma boa avaliação?

Primeiramente a que tipo de avaliação estamos nos referindo? Pois existem várias maneiras de se avaliar uma pessoa, afinal avaliações estão ocorrendo o tempo todo em nosso dia a dia, constantemente estamos sendo avaliados pelas pessoas ao nosso redor.
O que pretendemos com uma avaliação? Procuramos as respostas para nossas perguntas, as avaliações podem ser emocionais ( será que causei uma boa impressão? Será que gostaram de mim?) essas são avaliações que estão constantemente nos perturbando e buscamos sempre as repostas para elas.
Sobre as avaliações educacionais, será que as avaliações estão visando os educadores ou os alunos?
 Este é justamente o ponto, o aluno, exatamente ele que é o importante, as avaliações tem que ocorrer para ajudá-los e não ser uma forma de ameaça ou autoritarismo, porém isso geralmente é o que ocorre.
Sabemos que é impossível deixar de avaliar educacionalmente, mas temos que visar o bem dos nossos alunos, se as avaliações estão ruins, sinal que devemos ajudá-los e não puní-los pelas notas ruins, é obvio que temos as exceções daqueles alunos que não querem nada com nada, mas mesmo esses devem ter nossa atenção para avaliar o meio que o circula, esse aluno pode ter problemas em casa ou até mesmo na escola, e um bom avaliador procura ajudar seus alunos.
Os educadores devem estar cientes que são responsáveis sim pela formação do caráter desses alunos, muitas das vezes uma palavra de atenção oi ajuda na hora certa pode salvar esse aluno de segui um péssimo caminho, pois muitos são “salvos” nas escolas com seus mestre.
Neste texto podemos exemplificar bem com os diferentes níveis educacionais, um aluno no ensino fundamental ou no 2° grau, precisa de avaliações mais especificas para ajudá-lo a se encontrar e definir o que ele quer para seu futuro, por isso eu repito os educadores são sim responsáveis em parte pela formação de caráter desse jovem; em avaliações do 3° grau e suas especializações já são bem diferentes, pois o aluno está ali porque quer aprender e não porque tem que definir seu caráter ou ser ajudado.
Por isso as avaliações devem ocorrer sim, mas todos os pontos devem ser levados em conta e assim poderemos avaliar melhor os alunos e ter sim uma boa avaliação dentro dos parâmetros educacionais.

Meiriane Colombo - Roteiro de Aula


Roteiro de Aula

Nome: Meiriane Sanches Colombo

Disciplina: Anatomia e Fisiologia Humana
Aula nº: 17
Assunto: Neurociência

Objetivos:
Essa aula tem como objetivo, fazer com que os alunos entendam um pouco sobre alguns fenômenos que acontecem no sistema nervoso, como membro fantasma juntamente com a dor fantasma e a neuroplasticidade.

Material: Data show, computador, slides e artigos científicos.

Atividades

1 – (Duração 120 minutos): Para que os alunos realizem essa prática, os mesmos já viram a aula anterior o funcionamento do sistema nervoso, bem como a anatomia dos órgãos que compõem esse sistema. Leva-se em consideração que os alunos tenham conhecimentos prévios a respeito dos artigos que serão trabalhados nessa aula, pois os artigos foram passados com antecedência aos alunos.
Na primeira etapa dessa aula, os alunos terão duas horas para lerem os artigos, discutir o tema proposto com os componentes do grupo. A sala será dividida em duas turmas, onde parte da turma ficará com o tema membro e dor fantasma e a outra parte da turma ficarão com o tema sobre neuroplasticidade. Durante a leitura e discussão, os alunos poderão sanar as possíveis dúvidas com a docente. Dentro desse tempo, os alunos deverão montar uma apresentação em power point, explicando o que o artigo escolhido diz respeito.

2 – (Duração 50 minutos): De cada grupo será sorteado três integrantes para fazer a explicação dos artigos e dos temas por eles estudados. Os representantes de cada grupo vão explicar para toda a sala, por meio da apresentação em power point o foco dos seus artigos, 25 minutos para cada grupo de apresentação.

3 (Duração 30 minutos): Após a apresentação dos dois grupos, os alunos farão uma mesa redonda onde poderão questionar o outro grupo. O intuito é relacionar a neuroplasticidade como forma eficaz para o tratamento e diminuição da dor fantasma em pacientes amputados, porém a conclusão partirá somente por parte dos alunos. Estimular o debate será a função da docente, por meio de perguntas que façam os alunos pensar.
Justificativas

            Essa atividade estimula a leitura de artigos científicos, auxilia na desenvoltura dos alunos em montar uma apresentação de última hora.
            Estimula também o senso crítico dos alunos, além de abordar temas interessantes e atuais no meio da ciência que estuda o sistema nervoso.

Meiriane Colombo - Roteiro de Aula



           UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITUIUTABA




PLANO DE CURSO


DISCIPLINA: Biogeografia

CÓDIGO:

PERÍODO: 6º período

TURMA: Noturno

CH TEÓRICA:

 

CH PRÁTICA:



CH TOTAL:
60

OBRIGATÓRIA: (  )

OPTATIVA: ( X )

PROFESSOR(A): Meiriane Sanches Colombo

ANO/SEMESTRE:
2º Semestre/2014

EMENTA

Compreensão de fatores físicos e a distribuição de vida nos Ecossistemas, assim como os ciclos biogeoquímicos, os biomas terrestres e brasileiros.

OBJETIVOS


Entender os conceitos, teorias e conhecimentos sobre a disciplina de Biogeografia, além de compreender os fatores limitantes condicionados pelos aspectos físicos e sua relação com a distribuição geográfica dos seres vivos.

PROGRAMA

1.     Introdução
1.1    Conceitos básicos: biogeografia, ecologia, ecossistema, nicho ecológico, hábitat, origem/extinção da vida e biodiversidade.
1.2    História da Biogeografia.
1.3    Paisagem e Regiões Biogeográficas.
2.     Ciclos Biogeoquímicos
2.1    Ciclo do Nitrogênio
2.2    Ciclo da Água
2.3    Ciclo do Fósforo
2.4    Ciclo do Carbono
2.5    Ciclo do Oxigênio
3.     Os grandes biomas terrestres
3.1 Biomas frios
3.2 Biomas temperados
           3.3 Biomas tropicais
3.4 Paleoclimas e Paleoambientes
      4. Biomas brasileiros
           4.1 Amazônia
           4.2 Mata Atlântica
           4.3 Cerrado
           4.4 Pantanal
           4.5 Caatinga
           4.6 Formações campestres
           4.7 Formações litorâneas
      5. Riscos ambientais
           5.1 A degradação genética e os transgênicos
           5.2 A degradação dos solos
           5.3 A degradação das águas
           5.4 A degradação do ar



METODOLOGIA


As aulas serão expositivas dialogadas e em alguns momentos serão promovidos debates, com o intuito de instigar o senso crítico dos alunos sobre temas de suma importância, como os riscos ambientais. Para a execução dessas aulas serão utilizados: data show, textos, artigos e vídeos para melhor compreensão e fixação do conhecimento.

AVALIAÇÃO


Seminário (Ciclos Biogeoquímicos) – 15,0 pts
1ª Prova (Capítulos 1, 2 e 3) – 25,0 pts
Estudo dirigido (material será fornecido aos alunos) – 10,0 pts
2ª Prova (Capítulos 4 e 5) – 25,0 pts
Relatório sobre a conformação geográfica do parque do Goiabal – 25,0 pts


BIBLIOGRAFIA

MARTINS, C. Biogeografia e ecologia. Nobel. São Paulo, 2000.
ODUM, E. Ecologia. Ed. Guanabara. Rio de Janeiro, 1983.
PASSOS, M., M. Biogeografia e Paisagem. 2ª edição – Maringá, 2003.
TROPPNAIR, H. Biogeografia e meio ambiente. Ed. UNESP, Rio Claro, 2002.